Muitas Crianças com Dislexia, Déficit de Atenção e Hiperatividade. Será?

           A cada dia que passa temos visto mais crianças sendo medicadas por serem diagnosticada com distúrbios, muitas vezes por conta de sintomas nem sempre precisos.

                A minha pergunta é: será que todas essas crianças que estão sendo medicadas, deveriam mesmo ser medicadas?

                Tenho ponderado que muitas vezes essas crianças podem estar passando por um momento complicado, quiçá esporádicos, por conta do ambiente, um evento na vida da criança como a morte de um ente querido. separação dos pais, mudança de cidade, de escola, enfim, alguma mudança na rotina da criança. Ou o mais grave, ao meu ver, o que realmente está em falta (e não vem com medicação) é a disciplina, ou popularmente chamado de “falta de educação”. Aquela educação que vem de casa, de pais presentes que ensinam o respeito aos mais velhos e ao próximo.

                Sim. Há muitas crianças que devem ser diagnosticas, acompanhadas e bem tratadas para serem adultos melhores.

              Só quero deixar claro que, talvez, pode estar tendo um exagero, talvez, só talvez, seja mais fácil medicar os filhos, os alunos do que disciplina-los.

               Então se você tem dúvidas sobre algum distúrbio, segue algumas informações sobre os principais distúrbios: dislexia, déficit de atenção e hiperatividade.

                A dislexia é um dos distúrbios que acredito que seja que sempre esteve presente na infância de muitos (eu tenho conhecimento de pessoas na minha família). Alguns possíveis sinais pode ser dispersão, fraco desenvolvimento da atenção, fraco desenvolvimento da fala e da linguagem, dificuldade de aprender rimas (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras), problemas com canções e quebra-cabeças, dificuldade na aquisição e automação da leitura e da escrita, pouco interesse por livros impressos, problemas na coordenação motora fina (letras, desenhos, pinturas, etc) e/o grossa (ginástica, dança, etc.), perda de pertences, confusão para nomear entre esquerda e direita e vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou longas e vagas.

                O déficit de atenção (TDAH) é mais frequente no sexo masculino e tem o torno de 3 a 5% da população infantil do Brasil. Essas crianças podem ter dificuldades de interagir com outras crianças, podem tirar notas mais baixas e apresentar maior dificuldade para manter o foco. A TDAH tem vários níveis: leve, moderada e grave. E os estudiosos concordam que a origem vem dos componentes genéticos (neurobiológicos) e ambientais (baixo peso, tabagismo na gestação, por exemplo). Crianças com sintomas de déficit atenção pode deixar de prestar atenção a detalhes, não mantem a atenção em tarefas ou atividades lúdicas, não escutar quando dirigem a palavra, não seguir instruções e não termina tarefas e deveres. Se distraí facilmente por estímulos externos.

                 A hiperatividade é muitas vezes confundida com o déficit de atenção, porque, por conta dos sinais, a criança não consegue focar nas atividades. Contudo a criança hiperativa tem alguns sintomas específicos como remexer e batucar mãos e pés ou se contorcer na cadeira, não conseguir ficar muito tempo parado em algum lugar, correr ou subir nas coisas, ter sensações de inquietude, ser incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer calmamente, fala demais, tem dificuldade de esperar a sua vez, costuma interromper em conversas e atividades, tentar assumir o controle do que os outros estão fazendo ou usar coisas dos outros sem pedir.

                O que fazer?

                Amor, muito amor da família, mas estabeleça limites e regras, elogie e incentive quando cumprir uma atividade. Tempo, passe mais tempo com seu filho. Formule uma rotina diária. Não use palavras difíceis e frases curtas. Fale de frente, olho no olho, com tranquilidade até que compreenda. Pode-se usar técnicas motivações e recompensas. Não grite nunca com teus filhos, especialmente com crianças portadoras de distúrbios.

                Se você acredita que tem um filho, sobrinho, vizinho, etc, procure um especialista que pode ser um psiquiatra, neuropsiquiatria, neuropediatra ou neurologista.

 

http://www.dislexia.org.br/o-que-e-dislexia/

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/tdah

 

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